O que ficou do BEDA

E o mês que rendeu tantos memes no facebook chegou ao fim e, com ele, o fim do BEDA. Pra encerrar o desafio ainda em clima de olimpíadas, será que mereço pelo menos uma medalha de bronze por ter me disposto a tentar e, mais do que isso, ter ido além do que pensei que conseguiria? 😁

Apesar de não ter seguido à risca essa jornada frenética e postado todos os dias como recomenda a proposta, decidi encarar o BEDA como um desafio pra sair da zona de conforto e movimentar o blog, já que a média de postagem era superbaixa. Fiz as contas aqui e contabilizei nove posts, incluindo este. Ok, não é um número de dar orgulho, considerando que o mês teve trinta e um dias, mas analisando pelo lado positivo, não fechei o mês com saldo zero (já teve meses com 0 publicação) e isso é, por si só, motivo de orgulho. Comemorem comigo essa vitória! hahaha

Não é novidade que planejamento e organização são fundamentais na vida, principalmente quando você tem que produzir conteúdo por 31 dias consecutivos, falhei miseravelmente nesses quesitos. Logo eu que sempre gostei de organização ando com a vida um pouco bagunçada, confesso. Mas constatar o erro é um passo pra mudança. Colocar o aprendizado em prática é meu objetivo e, obtendo êxito, o blog refletirá o resultado.

O BEDA também me proporcionou conhecer outros blogs e, mais do que isso, conhecer um pouquinho das pessoas por trás dos blogs, criando uma interação muito legal. A blogosfera é muito vasta e no meio de tantos blogs grandes e famosos existem os blogs menores e não famosos, mas com conteúdos igualmente (ou até mais) bons e que merecem atenção. Vou deixar no final do post os links dos blogs que participaram pra quem ainda não conhece e quiser conferir, os nomes estão em ordem alfabética.

Meninas do grupo mais amor dessa blogosfera, muito obrigada por cada incentivo, apoio e carinho. ♥

Blog Since85 | Brilha la Luna | Carioca do Interior | Conversa Íntima | Descoisando
Divergências Vitais | Em Outubro | Feito Bailarina | Fleur de Lune | Iletrando | Isabella Cas
Leuxclair | Mulher Pequena | Nada Sensata | Pequenos Retalhos | Viagens de Apartamento

Que setembro nos traga bons ventos!
Beijos

Sobre o BEDA e o meu lugar favorito

Ainda não acredito que aceitei o desafio de participar do Blog Every Day August (BEDA), proposto pelo grupo do projeto Vai um café?já que minha média de postagens é baixíssima. Mas como diz Barney Stinson: challenge accepted! E cá estou propondo-me a ter uma média de pelo menos três posts por semana, porque pra postar todo dia tem quer ser AAAAWESOOOOME (ler cantando) como o Barney, um dia eu chego lá.

O blog não é impessoal, pelo contrário, é uma extensão minha, vocês vão encontrar muito de mim aqui. Confesso que posto menos do que gostaria, mas o pouco que posto é porque me senti bem pra postar. Isso pode até ser ruim pra contagem de seguidores, curtidas e comentários, mas prefiro me manter fiel a quem sou a me perder por tentar ser quem não sou, os poucos que me seguem é porque gostam do que escrevo e compartilho aqui, e isso é gratificante pra mim. É por essa razão que o BEDA é tão desafiador, porque exige tempo, disposição, organização, criatividade e compromisso de produzir conteúdo diariamente por 31 dias. Não encaro o blog como uma obrigação, até porque ‘a obrigação de produzir aliena a paixão de criar’. Mas quem sabe me “obrigar” (no melhor sentido que houver) a produzir conteúdo através do BEDA era a animação que me faltava pra postar com mais frequência?

O Henrique sugeriu alguns temas lá no grupo e eu vou me apropriar de alguns que gostei, como é o caso do post de hoje: lugar favorito.

27461913824_643561312f_o

Conheço lugares que amo e que facilmente poderiam entrar pro ranking de lugares favoritos. Desconheço lugares que amaria conhecer e que facilmente poderiam entrar pro ranking de lugares favoritos. Mas vou ser clichê, porque não há lugar mais agradável, mais aconchegante, mais acolhedor e cheio de amor que a nossa própria casa. Desde que casei já passei por quatro mudanças, e em todas elas me senti em casa. Hoje não é diferente, mesmo que a casa não seja nossa, mesmo que a casa precise de reparos e de decoração própria pra deixá-la mais com a nossa cara, nela mora a pessoa que eu amo, os filhos de quatro patas mais fofos e amáveis e amados do mundo. Está certíssimo quem escreveu que lar é onde o amor mora, que lar é onde o coração está. O meu amor e o meu coração estão onde os amores da minha vida estão, não importa o lugar, aonde chegarmos pra morar, faremos do lugar o nosso lar.

13876501_10209436672735998_8933851372080744167_n

Ele é aquele…

…que tem cara de vilão, mas o coração é de mocinho. Ele é aquele que tem a maior paciência do mundo pra lidar com as minhas chatices; com quem divido as tarefas domésticas; que cozinha melhor que eu, mas que diz que faço arroz melhor que ele. Ele é aquele que me deixa confortável pra ser eu mesma, despida de quaisquer artifícios; que na matemática da vida tenho o prazer de somar forças, subtrair tristezas, multiplicar alegrias e dividir angústias; e assim a vida segue mais leve. Ele é aquele que me proporciona as maiores gargalhadas, o melhor sorriso e que é meu melhor amigo; que me tira do sério e que é um caso sério de fazer bagunça. Ele é aquele com quem assisto séries e debato séries como se fosse política; com quem converso os mais variados assuntos; que me ensina muitas coisas inclusive a diferença entre baixo e guitarra; que enche a casa com notas musicais dedilhadas por ele. Ele é aquele com quem tenho o prazer de dividir a cama, de dividir a vida. Ele é aquele que é imperfeito de um jeito perfeito pra mim. Ele é aquele por quem me apaixono todos os dias. Melhor pai de felinos, melhor marido.
noah
Amor, contigo quero sempre conjugar o verbo amar no presente do indicativo. ♥
Feliz aniversário!

4 coisas que eu não gostava e passei a gostar

Nas últimas semanas eu experimentei coisas que eu não gostava de jeito nenhum. Umas, por ter sido o terror da minha infância. Outras, por puro preconceito. Mas olhe só que delícia que é a gente se permitir mudar de ideia e experienciar coisas novas. Marido diz que meu paladar é infantil e vive me dizendo pra dar uma segunda chance praquelas comidas/verduras/legumes que eu não gostava na infância mas que hoje, por ter um paladar diferente, eu poderia gostar. E foi assim que, num dia desses, surgiu o primeiro item da lista enquanto cozinhávamos:

1. Tomate. Sim, aquele fruto vermelhinho, cheio de sementinhas e amargo que, para propósitos culinários, a gente usa como legume. Fazendo careta e torcendo o nariz num drama típico de canceriana (não sei porque tô citando isso, não entendo nada de signo), eu cedi e tcharam: que delícia, gente! Inclusive, escrevi esse post saboreando tomatinhos. Sem contar os benefícios que proporciona à saúde: é rico em vitamina C, possui propriedades anticancerígenas e ainda previne o envelhecimento. Meninas, comam tomate!

2. Beterraba. Quem nunca foi obrigado a tomar suco de beterraba na infância porque tava anêmico? Era o terror, né? Mudei de ideia quando provei uma sopa que a sogra fez e adivinhem? Isso mesmo, tinha beterraba! Óbvio que quando vi a cor da sopa e percebi que tinha beterraba não quis provar. Marido mais uma vez meteu o bedelho onde não foi chamado e com aquele jeitinho maquiavélico e fofinho ao mesmo tempo me pediu pra comer um pedaço de beterraba e vejam só, eu gostei. Comi todos os pedacinhos de beterraba que vieram no meu prato. Parece que fazer 30 anos muda mesmo a gente.

3. Vinho. Dessa vez marido não teve nada a ver com a mudança. Um belo dia enquanto fazíamos compras no supermercado, passamos pela área de bebidas e fiquei com vontade de levar uma garrafa de vinho. Porém, a pessoa aqui não entendia nada de vinho, depois de ler todos os rótulos e ficar encarando cada garrafa, optei por levar um vinho suave, e ainda aproveitei pra levar as taças que já tava querendo comprar fazia tempo. Acho até que o vinho foi, na verdade, uma desculpa pra levar as taças. Bom, deu certo. Gostei, mas continuo sem entender nada de vinho, então, quem puder me dar dicas, eu aceito.

4. Justin Bieber. Não exatamente dele, eu explico. Semana passada, eu tava procurando músicas pra ouvir enquanto trabalhava, aí lembrei que alguém disse que o último álbum do Justin Bieber era legal, como já tava enjoada das mesmas músicas, resolvi inovar, vai que… e foi assim que eu conheci Purpose e me viciei em algumas músicas. Continuo não sendo fã de Bieber, porém gostei de Purpose. 

O que eu aprendi com essas pequenas mudanças: mudanças, mesmo que pequenas, são fundamentais pra nossa evolução como pessoa; ideias antigas podem ser reformuladas; permitir-se viver novas experiências é necessário; e a maior lição que a gente pode levar pra vida: não formar conceito prévio daquilo que não se conhece.

E vocês? Já mudaram de opinião sobre algo que não gostavam?

5 coisas que me deixam feliz

love-heart-hand-romantic
Foto: Pexels 

As coisas estão um pouco difíceis por aqui e ando tão sem inspiração. Pensando aqui na morte da bezerra vida, lembrei que a gente não precisa de muito pra ser feliz. A vida tem seus altos e baixos mas a gente precisa fazer um esforcinho pra não mergulhar na bad e morrer afogado. E pensando nisso, eu até me animei pra escrever sobre pequenas coisas que me deixam feliz. Porque no fim das contas, são essas pequenas alegrias que nos proporcionam um enorme prazer.

1. Quando eu faço uma receita nova e dá certo. Eu não sou exatamente uma masterchef, definitivamente não herdei os dotes culinários da minha mãe, então, quando acerto na primeira tentativa, eu comemoro, sim!

2. Meus gatos. Tem coisa mais feliz que chegar em casa e abrir a porta e dar de cara com seus gatinhos te esperando com saudade? (da ração). E quando eles vêm se esfregar em você pedindo carinho? E quando eles encostam o focinho no seu nariz? E quando eles ignoram que você tá lendo um livro e deitam em cima de você ou do livro e às vezes na sua cara? Tem coisa mais fofa quando eles se deitam de buchinho pra cima e ficam rolando de um lado pro outro? E quando eles brincam de futebol pela casa com alguma coisa sua, tipo seus óculos de grau? (na hora até fiquei brava, mas logo passou, afinal, eles não têm noção de que aquela ‘bolinha’ de futebol é, na verdade, seu outro par de olhos). Eu posso estar num mau dia, é só me aconchegar no ronrom dos meus filhotes que tudo fica bem.

3. Fotografar. Gosto de reparar os detalhes por onde ando, e a fotografia só reforça esse comportamento me fazendo olhar com mais atenção pra tudo ao meu redor. E quando vejo algo bonito, vira fotografia.

4. O som da chuva. A melhor trilha sonora pra dormir, pra ler, pra assistir filminho no sofá agarradinha com o mozão. O som da chuva caindo é terapêutico, é música pros meus ouvidos.

5. Assistir ao pôr do sol. Se tem uma parte do dia que eu amo é quando o céu fica colorido e o Sol vai pro Japão. Sempre que eu posso, faço questão de assistir ao pôr do sol, me dá uma sensação tão gostosa de gratidão… não sei explicar, só sentir.

O que te deixa feliz?

Recomeço

Aqui estou eu – mais uma vez – num recomeço. Essa necessidade de escrever que vai e volta, talvez agora seja pra valer. Ou não.

Se tudo o que é bom deve ser compartilhado, então, que tudo aquilo que me inspira possa também inspirar outras pessoas.

Sejam bem-vindos!